quinta-feira, 15 de setembro de 2011

As amarras

Muitas vezes estamos presos a amarras que já nem nos lembramos como surgiram.
Alguém já viu a cena abaixo? É real. Muitas das vezes as amarras que nos aprisionam são amarras dentro de nós mesmos. Acostumados a viver apegados, nos mantemos assim mesmo perante a possibilidade de ser livres.

Normalmente justificamos a nossa condição pelo que o meio nos impõe. Verdade, o meio nos coloca muitas amarras! Mas, o recuo perante a oportunidade de sermos livres está somente dentro de nós. É como se na imagem o cavalo justificasse continuar no mesmo lugar por causa da CADEIRA. Temos a tendência ao conforto. A zona de conforto, tão falada pelos psicólogos é Extremamente Confortável! E ali ficamos muitas das vezes. E isso é natural. Precisamos das nossas certezas, das nossas rotinas, do nosso “porto seguro”. Mas não podemos usar tudo isso, como justificativa para ficarmos no mesmo lugar. Aqui e agora é bom, mas quem disse que o ali e daqui a pouco também não é?
Temos que nos dar a liberdade de achar novos equilíbrios, novas zonas de conforto, alcançar um degrau mais acima nesta escada da vida.
Vamos criar uma paixão pela nossa própria vida, pelo mundo em que nos inserimos. Não vamos torna-lo menor, vamos expandi-lo, agregar pessoas, fatos, conhecimentos. Vamos aproveitar nossa liberdade ao máximo para evoluirmos como pessoas.
Reinventar-nos a cada dia. E, se não gostarmos do que nos tornamos, somos livres para mudar de novo. Vamos esquecer a cadeira por um tempo, vamos ser responsáveis pela nossa mudança interna e levar o nosso mundo a um novo degrau. Com certeza não vai agradar a todos, mas o importante é que tem que agradar a você. Depois disso, tudo fica mais fácil.
Como diria Lulu Santos, o tempo voa, vamos ter habilidade para dizer mais sim do que não e vamos nos permitir!!
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quem disse que peixes não voam?


O maravilhoso filme “Taare Zameen Par” nos mostra o amor por outro ângulo.

Neste nosso mundo globalizado e competitivo, aprendemos a ver os outros pelo filtro da eficiência e conformidade aos padrões. Tudo que saia disso é “estranho”. Como se formaram esses padrões, é outra questão, o fato é que eles estão aí.
E o nosso amor condiciona-se a eles.
Alguém aí já se perguntou por que o nosso universo é tão colorido? Não?! Essa é uma pergunta que todos nós deveríamos fazer. Escolhendo as cores com amor, alguém o decorou com elas. E, com um resultado tão lindo, é provável que quem o criou seja um artista!
O mundo é o que enxergamos através de nossas lentes. Então temos que tê-las o mais limpas e livres possível.
“Liberte a sua mente, abra suas asas e deixe as cores se espalharem. Vamos gerar novos sonhos!” essa é a mensagem do filme.
Mudando nossas lentes, mudamos o mundo para nós, e isso já é um começo. Com um mundo diferente, o amor fica diferente, sem as amarras a que estamos acostumados, sem as imposições e sem os nós. Sem o filtro do desamor.
Afinal, amor é amor. Se colocarmos condições, acaba se tornando outro sentimento.
Vamos deixar o amor entrar. O nosso mundo será mais colorido, e feliz!!                    
Afinal, como se fossemos estrelas na Terra, todos somos especiais!! Alguém duvida?
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